quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Subsea7
Empresa Multinacional de Óleo e Gás contrata:
Estagiário de ENGENHARIA, área de FLEXIVEIS E UMBILICAIS - BASE MACAÉ
Perfil:
- Cursando Engenharia: Mecânica/Civil/Metalurgica/Naval
- Entre 7° e 8° períodos
Atividades a desempenhar:
- Auxiliar os engenheiros no processo de elaboração de procedimentos executivos para projetos de instalação de linhas flexíveis e umbilicais pelos PLSVs;
- Análise de viabilidade técnica de projetos de instalação de linhas flexíveis e umbilicais;
- Auxílio aos engenheiros no acompanhamento dos questionamentos técnicos junto ao Cliente.
Benefícios:
- Carga horária de 20 ou 30 horas semanais
- Bolsa auxilio: R$600,00 (20 horas semanais) e R$900,00 (30 horas semanais)
- Alimentação e Transporte
Requisitos:
- Inglês Intermediário
- Desejável conhecimentos de Informática: Word, Excel, MS Project, Adobe Acrobat, AutoCAD ou MicroStation
- Aptidão para trabalho em equipe.
Para fazer o cadastro, clique aqui.
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Estágio e Empregos
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
ENGENHEIRO SMS (OFFSHORE)
FEMININO ou MASCULINO - IDADE ENTRE 25 E 45 ANOS
Empresa de grande porte no seguimento de OFFSHORE seleciona com urgência:
ENGENHEIRO SMS com experiência comprovada em CTPS.
Necessário ter tido vivencia em Implantação de programas de ST (PPRA, Integração, etc) e uso de ferramentas de ST (JSA, PT, lockout - tagout, Análise de Risco, AST), conhecimento de legislação de SMS e requisitos técnicos de segurança voltados para içamento de carga e movimentação de cargas suspensas, conhecimento de higiene ocupacional (NR-09) incluindo operação de equipamentos de medição (dosímetro, heat stress, bombas gravimétricas), conhecimento de aspectos de enquadramento de insalubridade e periculosidade, con. Experiência em ministrar treinamentos de ST. Experiência na elaboração de indicadores de performance em SMS (Tcaf, Tfgrav). Conhecimento básico sobre meio ambiente e gerenciamento de resíduos (NBR 10004, documentação pertinente, controles necessários).
ENGENHEIRO SMS com experiência comprovada em CTPS.
Necessário ter tido vivencia em Implantação de programas de ST (PPRA, Integração, etc) e uso de ferramentas de ST (JSA, PT, lockout - tagout, Análise de Risco, AST), conhecimento de legislação de SMS e requisitos técnicos de segurança voltados para içamento de carga e movimentação de cargas suspensas, conhecimento de higiene ocupacional (NR-09) incluindo operação de equipamentos de medição (dosímetro, heat stress, bombas gravimétricas), conhecimento de aspectos de enquadramento de insalubridade e periculosidade, con. Experiência em ministrar treinamentos de ST. Experiência na elaboração de indicadores de performance em SMS (Tcaf, Tfgrav). Conhecimento básico sobre meio ambiente e gerenciamento de resíduos (NBR 10004, documentação pertinente, controles necessários).
Vai atuar na área de SMS da empresa, incluindo: controle semanal e mensal de indicadores de performance de segurança e meio ambiente (acidentes e incidentes, JSAs, PTs e gestão de resíduos, dentre outros), auxílio na aplicação das principais ferramentas de segurança aplicadas na empresa, desenvolvimento de novos procedimentos de SMS e revisão dos atuais, suporte técnico aos clientes internos e externos, acompanhamento das legislações de SMS aplicáveis as operações, apoio as operações de clientes na Base, suporte aos profissionais de SMS, treinamento de funcionários e clientes.
Possuir excel avançado; inglês nível intermediário.
Graduação em engenharia química, produção ou petróleo com pós-graduação em segurança do trabalho e especialização (desejável pós-graduação) em meio ambiente.
Empresa possui planos de carreira.
Salário: A combinar. Mandar pretensão salarial.
ATENÇÃO: Destacar no envio do seu currículo, tais pré-requisitos constados neste. Colocar em VERMELHO.
Interessados devem enviar currículo para
Mencionando no campo assunto ENGENHEIRO SMS (OFFSHORE)
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Estágio e Empregos
EBX pode elevar investimentos a US$50bi em 10 anos
Por Aluísio Alves e Guillermo Parra-Bernal
CAMPOS DO JORDÃO (Reuters) - O grupo EBX, que reúne empresas nas áreas de mineração, energia e logística, pode ampliar seu plano de investimentos para a próxima década em 25 por cento, afirmou o principal sócio do grupo.
"Nós, que temos um investimento programado de 40 bilhões para os próximos 10 anos, estamos revendo este número para cima, provavelmente para 50 bilhões de dólares," disse a jornalistas neste sábado o fundador e principal sócio do grupo, Eike Batista.
Segundo o empresário, a eventual queda na demanda de mercados desenvolvidos, como de Europa e Estados Unidos, deve ser compensada por mercados emergentes com maior ritmo de crescimento, como China, Tailândia, Cingapura e Indonésia.
Nas últimas semanas, as ações de empresas do grupo na bolsa --, LLX e MMX, OSX e MPX -- foram algumas das que mais caíram, em meio à turbulência dos mercados internacionais, com as crises europeia e norte-americana.
A queda mais forte das ações foi atribuída por analistas ao fato de a maior parte das companhias da EBX estar em fase pré-operacional, o que as deixa mais vulneráveis em períodos de maior aversão a risco no mercado. A petroleira OGX, por exemplo, deve começar a produzir entre outubro e novembro.
Para Eike, o mercado acionário brasileiro foi mais castigado do que seus pares no exterior, mas deve começar a se recuperar a partir de outubro.
De todo modo, ele disse que o grupo está bem posicionado para enfrentar condições financeiras mais agudas no mercado internacional, já que tem um caixa de cerca de 10 bilhões de dólares.
Segundo ele, as empresas do grupo EBX terão juntas um lucro operacional de 15 bilhões de dólares até 2015, número que subirá para 30 bilhões de dólares em 2020, disse Eike neste sábado, durante congresso da BM&FBovespa.Eike afirmou ainda que outras três empresas do conglomerado que ainda não estão listadas em bolsa, a REX (do setor imobiliário), a CCX (de carvão) e a AUX (de exploração de ouro), devem abrir o capital nos próximos anos.
A próxima deve ser a CCX, no ano que vem. A previsão de Eike é de que a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), no Brasil e na Colômbia, deve levantar até 5 bilhões de dólares.
(Reportagem de Guillermo Parra-Bernal e Aluísio Alves; Edição Fabíola Gomes)
Fonte: reuters.com
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Produtores de petróleo podem ir à Justiça sobre royalties
BRASÍLIA - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse hoje(24/08/11) que as empresas produtoras de petróleo que atuam no país sob o regime de concessão podem entrar na Justiça se o Congresso decidir derrubar o veto do ex-presidente Lula ao projeto que prevê a redistribuição dos royalties. Se o veto for derrubado, volta a valer a emenda apresentada pelo então deputado Ibsen Pinheiro que estabelecia a distribuição igualitária do royalty.
De acordo com o executivo, a interpretação de que o texto anterior ao veto ampliaria a alíquota de royalty de 10% para 15% também para os contratos vigentes. Segundo ele, haveria uma quebra de contrato que poderia levar a uma judicialização do tema.
Ontem, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o governo federal tomará iniciativa de questionar a possível derrubada de veto no Supremo Tribunal Federal. O ministro alegou que a União não teria condições de repor as perdas de arrecadação dos estados e municípios produtores de petróleo.
Gabrielli disse que, a princípio, esta não é uma posição assumida pela Petrobras, mas que pode ser adotada pelas demais concessionárias.
Fonte: uol.com
De acordo com o executivo, a interpretação de que o texto anterior ao veto ampliaria a alíquota de royalty de 10% para 15% também para os contratos vigentes. Segundo ele, haveria uma quebra de contrato que poderia levar a uma judicialização do tema.
Ontem, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o governo federal tomará iniciativa de questionar a possível derrubada de veto no Supremo Tribunal Federal. O ministro alegou que a União não teria condições de repor as perdas de arrecadação dos estados e municípios produtores de petróleo.
Gabrielli disse que, a princípio, esta não é uma posição assumida pela Petrobras, mas que pode ser adotada pelas demais concessionárias.
Fonte: uol.com
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