quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Programa de Estágio Shell


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Novo vídeo sobre FPSO OSX-1 mostra como funciona boia de seu sistema de ancoragem

Uma embarcação com as dimensões do FPSO OSX-1 – o navio-plataforma tem 271,75 metros de comprimento, além de um casco com tanques de estocagem capazes de armazenar até 900 mil barris de petróleo – requer um sistema de ancoragem eficiente para garantir que permaneça na mesma posição quando necessário, inclusive durante o processo de extração de petróleo. É o que mostra mais um vídeo postado hoje no Diário de Bordo dohotsite da unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo da OSX, que saiu de Cingapura e no momento navega embalado por ventos de quase 100 km/h que sopram das montanhas do continente africano, a caminho do Brasil.

Fabricado na ilha de Batam, na Indonésia, o sistema de ancoragem por turret permite que o navio produza petróleo enquanto gira 360° em torno do seu próprio eixo. No texto que acompanha o vídeo, tripulante da embarcação explica que há vários tipos desse mecanismo: interno, externo ou submerso, entre outros. O OSX-1 possui o tipo externo e submerso, conhecido como STP, que significa Turret Submerso de Produção. Por meio desse sistema, uma grande boia conectada no inferior do casco do navio recebe as linhas de ancoragem e os risers de produção. Enquanto uma parte desse equipamento permanece fixa à ancoragem no fundo do mar, a outra fica ligada ao navio, permitindo que ele gire 360° em torno do ponto ancorado para se posicionar melhor de acordo com o movimento dos ventos e das correntes.

Sobre a OSX
A OSX é uma companhia aberta privada brasileira com atividade no setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, com atuação integrada nos segmentos de construção naval, fretamento de unidades de exploração e produção (E&P) e serviços de operação e manutenção (O&M).

domingo, 18 de setembro de 2011

Estágio de Engenharia de Petróleo

Área de Atuação da Empresa:

Petróleo Departamento:

Drilling & Completions Procuramos estudantes dos cursos:
» Engenharia de Petróleo
» Engenharia Mecânica

Período:
6º  até  7º Turno do estágio:
Manhã /  Tarde /  Sexo do candidato:
Indiferente

Número de Vagas: 1

Bolsa Auxílio:
R$1070,00 Benefícios:
Auxilio Transporte Seguro de Vida Ticket Restaurante

UF / Cidade / Bairro:
Rio de Janeiro  /   Rio de Janeiro  /   Centro

Instituições de Ensino Desejadas:

Esta vaga não filtrará os candidatos em função das suas instituições.

Habilidades Desejadas:
MS Excel
MS Power Point
Visual Basic

Idiomas Desejados:
Inglês

Principais Atividades A Desenvolver:
- Revisão e controle dos relatórios de perfuração; - Consolidação de dados de processos operacionais, inclusive de HSE; - Desenvolvimento de relatórios para a ANP; - Controle de dados referentes ao controle de qualidade de equipamentos da plataforma e estatísticas de HSE; - Atualizar a intranet de D&C (Drilling and Completion) com informações relacionadas à operação; - Participação em reuniões de avaliação/melhoria de processos - Análise e desenvolvimento de gráficos e dados em Power Point - Suporte na análise dos dados gerados por sistemas específicos de Drilling; - Interface com a área de Suprimentos para compras técnicas.

Perfil do Candidato:
Estudantes de Engenharia de Petróleo ou Engenharia Mecânica com interesse na área de óleo e gás. Disponibilidade para estagiar no período manha/tarde durante dois anos. Fortes conhecimentos de excel e power point. É desejável que conheça Visual Basic. Mês provável de inicio: outubro (mas pode ser antes). Boa habilidade de comunicação interpessoal.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Diário de Bordo do hotsite do FPSO OSX-1 ganha novo vídeo

Tripulantes do FPSO OSX-1, unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo da OSX, que no momento viaja de Cingapura para o Brasil, contam como driblam a saudade de casa em novo vídeo. Postado hoje no hotsite especial do navio-plataforma, o material – chamado “Alô, tem alguém aí?” – mostra como a equipe que trabalha na embarcação, cuja operação na Bacia de Campos marcará a extração do primeiro óleo da OGX, conversa com os parentes pela internet e se diverte com eventos culturais realizados a bordo.

O texto de apoio ao vídeo, escrito pelo tripulante Clovis Ferreira, colaborador da OSX, menciona a facilidade que os tripulantes encontram para acessar a internet em pleno Oceano Índico. Caso ocorra algum problema, os colaboradores também podem recorrer a um sistema de telefone via satélite. Ferreira ressalta ainda o quanto o concurso de fotos organizado pela equipe do navio virou uma verdadeira febre: além de todos quererem participar, a distração funciona como mais uma aliada para amenizar a saudade do Brasil.

Sobre o FPSO OSX-1

O FPSO OSX-1 é uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo (FPSO, na sigla em inglês) com capacidade de produção de até 60 mil bopd (barris de óleo por dia). O início de sua operação marcará a extração do primeiro óleo da OGX, empresa que atualmente realiza a maior campanha exploratória privada do Brasil.

Invasão chinesa chega para o pré-sal

De olho em encomendas que devem somar USD 400 bilhões até 2020, empresas chinesas do setor de petróleo e gás preparam uma espécie de "invasão" ao Brasil. Pelo menos 20 fornecedores da cadeia de bens e serviços de petróleo desembarcaram ainda em 2011 no Brasil, em busca da forte demanda oriunda especialmente de projetos na camada pré-sal liderados na maior parte pela Petrobrás. Vai se instalar por aqui, por exemplo, a Honghua, fabricante de sondas que recentemente ganhou contrato para fornecer dois equipamentos de perfuração terrestes para a Queiroz Galvão Óleo e Gás. Outra companhia que prepara a entrada no país é a MC Raffles, que já forneceu duas plataformas de perfuração para o grupo Schahin.

A indústria nacional não esconde o temor com a entrada de mais empresas chinesas. Para Bruno Musso, superitendente da Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), a maior parte das companhias que estão chegando está simplesmente abrindo escritórios e vendendo produtos importados. Musso diz não ser contrário à chegada das empresas de outros países, desde que venham agregar à população nacional. No ano passado duas grandes petrolíferas desembarcaram no país. Maior comprador de produtos brasileiros, os chineses têm interesse em investir também em transporte marítimo, cujas atividades dão apoio à atividade petrolífera.

Fonte: Folha Online