segunda-feira, 11 de julho de 2011

Petrobras deve ampliar produção de gasolina em 12,5% devido a aumento da demanda

RIO - A estatal brasileira Petrobras prevê aumento da produção de gasolina em cerca de 12,5% em julho, em comparação com igual mês do ano passado, para evitar mais importações do combustível, disse nesta segunda-feira um alto executivo da empresa.

A Petrobras tem aumentado a produção de gasolina gradualmente desde janeiro para atender à crescente demanda doméstica pelo combustível, informou Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da companhia.

No primeiro semestre de 2010 foram importados três milhões de barris de gasolina. Em abril e maio deste ano, as importações do produto totalizaram

2,5 milhões de barris. O incremento de 12,5% na produção equivale a aproximadamente 50 mil barris por dia (bpd).

- No momento não necessitamos (importar), temos aumentado a produção desde janeiro e em julho teremos outros 50 mil barris", disse Costa. "Mas se o mercado exigir, vamos importar", acrescentou.


Fonte: O Globo Online

Europa ajuda a puxar para baixo preços do petróleo

SÃO PAULO - Os preços do petróleo em Nova York recuaram ao menor patamar em uma semana, contagiados pelas preocupações vindas da itália. O mercado aguarda com atenção a reunião com extraordinária convocada pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, em Bruxelas.

O encontro antecede a reunião mensal dos ministros das Finanças da zona do euro, que tratará do novo pacote de ajuda à Grécia. A questão da dívida da Itália também poderá ser abordada no debate, depois das turbulências observadas nos últimos dias na bolsa e no mercado de títulos italianos.

Em Nova York, o WTI com entrega em agosto registrava baixa de US$ 1,05, saindo a US$ 95,15. O vencimento de setembro diminuía US$ 1,08, negociado a US$ 95,62.

Em Londres, o Brent para agosto cedia US$ 1,09, a US$ 117,24. O contrato de setembro declinava US$ 1,24, para US$ 116,46.

Vale destacar que o resultado do indicador da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento (OCDE) que aponta desaceleração na maior parte das economias. O indicador cedeu de 102,8 em abril para 102,5 em maio. O índice tem como objetivo antecipar pontos de mudança na atividade econômica em relação à tendência.

De acordo com a OCDE, o indicador apontou para desaceleração da atividade no Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido. Embora não façam parte do grupo, a OCDE divulga dados referentes também aos Brics. O indicador do Brasil mostrou desaceleração, passando de 98,3 97,6 entre os dois meses. O da China recuou de 100,6 para 100,2.


Fonte: UOL Economia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

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